O fato de se tornar reconhecida mundialmente, sem dúvidas torna a Google muito poderosa, poder reconhecido pelo uso do termo “googlear”, que inclusive já foi inserido em alguns dos principais dicionários americanos. Mas a empresa vem passando por sérios problemas de marca e uso indevido do termo “googlear”. Temos exemplos claros disso no Brasil: Quanta gente não utiliza o termo “OMO” para se referir a sabão em pó? Ou “BomBril” pra se referir a esponja de aço?. A Google já se preocupa em perder espaço para buscadores que podem assumir a função de “googleadores”, afinal as pessoas associam o termo “googlear” ao fato de buscar e não ao fato de “buscar no Google”.

Então o problema é: as pessoas utilizam “googlear” para qualquer busca na internet, não importa se eles estão no Yahoo, MSN ou Altavista.

Julie Coleman, autoridade em linguística da universidade de Leicester diz entender o problema passado pela empresa de Mountain View, afinal ela não pode fazer os usuários pararem de utilizar o termo “googlear”, afinal eles o utilizam no dia-a-dia e já adotaram como um termo padrão, que soa muito bem.

Segundo Coleman, a Google somente pode forçar os dicionários a citar a marca registrada, assim como o Oxford English Dictionary fez.

A discussão já se moveu por vários blogs e Geeks americanos, alguns indignados pela preocupação da Google, afinal eles deveria adorar o fato de seu nome se tornar tão popular. Outros entendem claramente que isso pode trazer problemas de marketing para a empresa.

Outro caso semelhante ocorre com a Apple, que lançou e popularizou o iPod. Hoje, qualquer um que não possui muita informações sobre tecnologia, consideram um simples MP3 um iPod, isso causa problemas para a publicidade da Apple.

Afinal, devemos googlear ou não? Os danos a longo prazo poderão ser sérios? Ou a Google está se preocupando com uma coisa banal?

Via Undergoogle


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